Vidas ativas mais longas requerem maior flexibilidade e que transformemos a forma como planeamos a reforma. Conheça novas abordagens que podem ajudar os seus colaboradores a prosperar na reta final da sua vida ativa.

 

O aumento da esperança média de vida tem consequências significativas na população ativa. Vivemos agora mais 10 anos do que os nossos pais e 20 anos mais do que os nossos avós.

 

A forma como as sociedades e indivíduos se preparam para a reforma não refletem a nossa realidade demográfica. Em média, as pessoas sobrevivem entre 8 a 20 anos das suas reformas. 1

 

A COVID-19 acentuou drasticamente esta tendência. Poderá levar décadas para reparar os impactos sobre os níveis de desemprego, as desigualdades no acesso a cuidados de saúde e os resultados devastadores nas poupanças para a reforma.

 

Para nos ajustarmos a esta nova realidade, é necessário redesenhar a abordagem tradicional sobre a vida ativa e o planeamento da reforma, de forma a garantir uma transição flexível que consiga responder à nova realidade demográfica. Também, não há duas pessoas idênticas – mais do que nunca, é vital apoiar modelos de flexibilidade para que as suas pessoas consigam viver de forma mais saudável, financeiramente mais estáveis e manterem-se ativas durante mais tempo na sua carreira contributiva.

 

77% dos colaboradores esperam continuar a trabalhar após a sua reforma.2

 

1 World Economic Forum. “Investing in (and for) Our Future,” June 13, 2019. Available at https://www.weforum.org/whitepapers/investing-in-and-for-our-future.

2 Mercer. 2020 Global Talent Trends Study.

 

Três formas de começar a preparar a reforma 

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